Toledo é a 1ª a lecionar peticionamento eletrônico

02 | 06 | 2014
Assessoria de Comunicação Toledo Prudente
Assessoria de Comunicação Toledo Prudente
Desde julho de 2013, o Poder Judiciário adotou o PUMA – Plano de Unificação, Modernização e Alinhamento, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.
 
Diante da modernização dos fóruns, advogados podem agora distribuir, protocolar e consultar ações eletronicamente, de casa, do escritório ou de outros locais com acesso à internet.
 
Acompanhando tal realidade, a Toledo Prudente é a primeira instituição de ensino superior no País a lecionar o sistema de peticionamento e processo eletrônico para seus alunos da graduação em Direito.
 
O coordenador do Núcleo de Prática Jurídica da Toledo, professor Márcio Ricardo da Silva Zago diz que assim que os tribunais implantaram o novo sistema, na Toledo Prudente também já houve o plano para implantação do novo modelo de aprendizagem no curso de Direito.
 
“Atualmente, todos os trâmites do peticionamento e processo são lecionados e realizados de forma prática e eletrônica. Por isso, nossos alunos precisam aprender na faculdade o que o mercado exige. Desta forma, a Toledo Prudente está sempre em sintonia com as reais necessidades”, comenta. 
 
Sérgio Tibiriçá Amaral coordena o curso de Direito na Toledo e ressalta que algumas instituições de ensino superior implantam seminários e cursos sobre o assunto. Porém, a Toledo Prudente vai além e insere em sua matriz curricular todo o trâmite do processo e peticionamento eletrônico.
 
“O sistema eletrônico utilizado na Toledo durante as aulas é similar ao do Tribunal de Justiça. Na verdade, trata-se de um simulador idealizado e desenvolvido pelo curso de Sistemas de Informação da Toledo Prudente”, explica.
 
Gisele Caversan Beltrami Marcato leciona na Toledo, mas formou-se nesta mesma faculdade. Ela enfatiza que enquanto aluna, teve aulas de peticionamento da maneira como era realizada anteriormente. “Tudo era feito à mão, onde o registro e ação de juntada eram mais demorados. Hoje, leciono a mesma disciplina, porém, com as ações de forma eletrônica. Vejo que se trata de um avanço fora de série e que os alunos da Toledo já sairão na frente, pois serão inseridos no mercado já sab

endo trabalhar com as ferramentas necessárias”, diz.
 
A aluna do 7º termo de Direito da Toledo, Thaísa Daneluzzi Schiefer Custódio aprovou a iniciativa e disse que nada melhor em termos de preparação em relação a prática que é exigida. “Assim, temos contato com a realidade ainda nos bancos acadêmicos, sendo um diferencial para os alunos da Toledo, que já terão durante as aulas o conhecimento do peticionamento realizado de forma eletrônica”, diz.
 
Gustavo Pozer Pedrini cursa o 9º termo de Direito na Toledo e enfatiza que além da rapidez do trâmite processual, existe o fator ecológico e sustentável, pois eliminando o procedimento manual, muitas folhas de papel deixam de ser utilizadas para este fim.
 
“Além do mais, sei que muitos cursos estão sendo oferecidos para formados em Direito, pois os profissionais precisam se adequar a realidade judiciária, mas nós da Toledo nos formaremos sabendo fazer todo o procedimento”, declara.
 
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) da 29ª Subseção de Presidente Prudente, Rodrigo Lemos Arteiro, informa que na advocacia, o peticionamento eletrônico é algo irreversível que exige adequação urgente dos profissionais. “Não existe forma mais rápida e eficaz do advogado oferecer o acesso à justiça aos seus clientes, se não for por meio do peticionamento eletrônico. E se a Toledo já antecipou este ensinamento, seus formandos com certeza sairão mais uma vez na frente”, conclui.
 
Tecnologia de ponta – O site do Simulador do Tribunal de Justiça, que é utilizado durante as aulas é uma parceria do curso de Direito com o de Sistemas de Informação da Toledo Prudente e todo o sistema utilizado durante as aulas é de autoria do curso.
 
O analista de sistemas da Toledo Prudente, Igor Cesar de Souza Ribeiro conta que o projeto teve inicio em meados do mês de julho e que houve preocupação principal na semelhança do sistema simulado com o real, do próprio Tribunal de Justiça.
 
“As cores, o layout, os botões e funcionalidades são iguais ao utilizados pelos advogados, que já utilizam o sistema para peticionar e acompanhar os trâmites processuais”, comenta.
 
Ele complementa que o site foi inteiramente programado em ASP NET, que é a mesma linguagem utilizada pelo Tribunal de Justiça.
 

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