Toledo promove campanha Preserve o Conhecimento

13 | 08 | 2012
Assessoria de Comunicação Toledo Prudente
Assessoria de Comunicação Toledo Prudente

Promover a conscientização dos alunos. É com esse objetivo que a Faculdade Toledo de Presidente Prudente lança a campanha “Preserve o Conhecimento”. A ação consiste em fazer com que os estudantes e usuários da biblioteca entendam que os rabiscos e anotações estragam os livros que pertencem ao acervo da biblioteca “Visconde de São Leopoldo”.

O professor Emanuel Calvo, coordenador do curso de Administração da Toledo, afirma que a campanha é de extrema importância, porque o livro é um instrumento acadêmico e absolutamente necessário para estabelecer a relação ensino e aprendizagem.

Lidiane Reis, bibliotecária da Toledo Presidente Prudente, explica que a promoção da campanha visa conscientizar o aluno que o livro é emprestado e não doado ao usuário e que, ao ser rasurado, acaba-se perdendo o exemplar.

“Apenas para termos uma noção do problema, apenas nos últimos 12 meses, foram mais de mil exemplares que passaram por um processo de limpeza, quando foi necessário o empenho de funcionários do setor para realizar tal ação para que os livros continuassem a servir como instrumento educativo”, comenta.

O aluno do 4º termo de Direito das Faculdades Integradas Antônio Eufrásio de Toledo, Lucas França Bressanin, afirma que a campanha é muito boa, porque os livros são importantes e têm grande durabilidade se bem tratados, mas para que a campanha dê certo, ela depende de nós, alunos também.

Os profissionais atribuem à rasura, a falta de conscientização e visão de coletividade, pois “eles se esquecem de que outros alunos farão uso do material”, salienta Calvo.

Lidiane diz que existem outros meios para que o aluno marque a parte que ele julga como importante “ele pode escrever no caderno, anotar ou mesmo digitar o parágrafo que julga relevante”.

A bibliotecária conta que os livros que vinham grifados a lápis eram apagados pelas estagiárias, mas que os que voltam grifadas a caneta ou grifa texto não permitem aniquilar a marcação.

“Além disso, o livro grifado acaba por induzir a leitura do outro usuário, porque enquanto você está em uma página e vê a outra grifada certamente seu olho busca aquilo que mais chama a atenção”.

Ela lembra que no caso de alguns alunos que voltavam com livros que tinham pedaços comidos por cachorros ou molhados, a biblioteca exigia que o aluno repusesse o exemplar, porém aqueles alunos que rasuram não sofrem nenhuma punição.

“Com a campanha, esperamos que os alunos mudem de atitude e não rabisquem mais os livros”, finaliza Lidiane.   

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